Sinais.
Água
caindo, caída
ainda
agora
amigos
abandonados ao pé da escada, inda
canção
abandonada dedicada a mim.
Sinais.
Sons.
Água
caindo.
Estranhíssimo.
Marca
que fica sempre, pois
"De
tudo fica um pouco".
Aquele
moço que coisa.
Aquela
vez inesquecível.
Os
presentes na roda.
Os
demiurgos, atravessadores.
E o
coração da mãe horas antes, dantes.
seus
seios, seu corpo pequeno forte
dantes
dentes dantes dentes bate o sino de Belém.
E de
tudo resta um guapo,
nasce.
Falso
brilhante
Ego
de retirante
e
olhinhos de amante
e
cheiro de lubricante, eterno como Proderm e apesar dele
e
apesar de e com o pesar de
ylang
ylangs, figos da Turquia,
tuberosas
do Egito, essa mãos nunca ficarão limpas?,
veja
multiuso, cerveja.
Só a
lavanda lava.
Só a
palavra salva.
Pontada
na
alma.
calada.
E
bater palma pra doido pular.
Anima-anima-animanimador
de festa alheia.
Última
ceia – síndrome –
e
chegar atrasado. "É sempre um pouco tarde".
Um
pouco depois da lua cheia.
Repetir
e repetir a disciplina.
Reprovação
por falta.
Esquecer
os olhos.
Onde
é que eu estava?
Saudade
do que seria.
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